terça-feira, 1 de novembro de 2011

5/13

5/13
O medo nos faz perder coisas e não beijá-lo naquele dia foi a única forma que encontrei de não o perder. Esse era o pensamento de uma menina de dezessete anos que só tinha beijado dois meninos até então. Queria fazer com que tudo saísse perfeito naquela noite.

Mas a vida faz sempre as coisas certas. Tinha convicção de que o meu medo não seria motivo para o fim de um futuro lindo, ele também sabia disso. Despedimo-nos através de olhares, sem nenhum contato maior. Senti-me um pouco mal por ter perdido aquela oportunidade, mas eu tinha certeza de que aquela era a escolha certa, tendo em vista que não seria a última vez que eu veria Dante.

Ficamos de novo frente a frente em uma outra viagem que ele fizera para Blumenau, também a trabalho. Agora com meus dezoito anos, sentia-me preparada para o que tivesse de acontecer. Não era nenhuma dificuldade, para mim, descobrir em qual lugar seria o próximo show, eu acompanhava a vida dele, mesmo que ele não soubesse disso.

E, mais uma vez num hotel, o elevador presenciou todo meu nervosismo. Eu ia em direção ao seu quarto como uma criança que encontra os pais depois de um longo período de solidão. Lívia, minha melhor amiga, aguardava-me no corredor. Sempre que precisei de alguém, Lívia estava lá. Ela é o tipo de pessoa que não desaponta seus amigos, que faz de tudo para os outros sorrirem, tem um coração enorme. Éramos inseparáveis no colégio e fora dele, isso nos dava uma certeza ainda maior de que nossa amizade não havia começado apenas por um grande acaso, éramos destinadas a construir uma relação de cumplicidade.

Em frente à porta dele, mesmo depois de já estar acostumada com a presença de Dante, continuava repetindo pra mim mesma:
- Estamos separados só por uma parede...
Lívia me abraçou antes de eu bater na porta do quarto de Dante, dizendo:
- Dessa vez não irei, você precisa tomar coragem e ir sozinha. Dante não quer ninguém por perto, vocês precisam desse momento.
Lívia costuma ser a pessoa mais segura que eu conheço e ela emanou sua coragem através do seu abraço. Bati com cuidado na porta. Como estava entreaberta, fui revelando aos poucos a escuridão que escondia a aparição do rosto dele. Vi que o quarto estava com uma iluminação limitada, mas, conforme eu ia abrindo a porta, num misto de delicadeza e medo, tudo ia se revelando mais claramente para mim. Dante me convidou para entrar.
Mesmo que temerosa, eu sabia que aquele seria só mais um dia em que procuraríamos conforto em algum lugar do hotel e discutiríamos sobre música. Contaríamos um para o outro os planos para o futuro e alguma pessoa que estivesse presente ficaria puxando assunto, enquanto nossos olhares ficavam presos um ao outro.

Era o nosso oitavo encontro e a segunda vez juntos, digo, juntos sem fãs e sem qualquer outra pessoa por perto. Ele me recebeu com um caloroso abraço e me convidou para sentar num sofá vermelho, no quarto duplex em que estava hospedado. As camas deviam ser no andar de cima. Havia um pedaço de tomate no chão, embaixo da mesa de lanche, da pizza que ele acabara de comer. Ele adora pizzas e isso foi motivo de risos, pois até o que poderia ser visto como descuido em outras pessoas, para mim era charme nele.

A cada encontro nosso eu via que eu estava deixando de ser a fã da primeira fileira para me tornar a garota que o deixava interessado, alguém que fazia nascer nele uma vontade de ter ao lado num lindo dia de sol, sem compromissos ou outras pessoas, só nós dois. Uma pessoa que ele sentia vontade de conhecer mais. Dante apoiou a cabeça sobre meus ombros e eu ajeitei o fio de cabelo dele que brincava com seus olhos. Ele tentou arrumar aqueles lindos cabelos do jeito que só ele sabia fazer, mas piorou tudo, como pode alguém guardar tanto charme? Durante muito tempo nos mantivemos assim, enquanto ele cantarolava suas canções, o que me fazia fechar os olhos. Em meio a um refrão fomos interrompidos por um ataque de risos meu, referente à sua gagueira charmosa.  Não tinha medo daquele momento ou de beijá-lo, talvez esse tempo todo o meu único medo foi ter que vê-lo partir com uma lembrança apenas física dos nossos momentos.

É muito fácil aguentar a dor de uma imagem ilusória, mas quando ela se realiza a dor é pior porque você vive em confronto consigo mesmo, querendo o tempo inteiro voltar para aquele momento. Era, e ainda sou, completamente apaixonada por Dante, embora ele nunca venha verdadeiramente a saber o quanto.

Ficamos cerca de uma hora juntos. Perto da meia-noite decidi tomar uma iniciativa, pedindo para ele me acompanhar à porta. Nunca quis tomar muito o tempo de Dante, qualquer minuto que passasse ao lado dele era o suficiente para me fazer feliz, pouco tempo poderia ser uma eternidade com ele. Costumo dizer que o sucesso dele é o meu sucesso e, depois de um show realmente incrível, ele merecia uma maravilhosa noite de sono.

Partiríamos no dia seguinte para nossas cidades, eu um pouco mais cedo. Quando cada um estava na sua própria vida, distante um do outro, os quilômetros pareciam doer, mas quando eu estava com Dante era como se ele nunca fosse embora, uma segurança sem explicação. Sei que, de uma maneira ou de outra, ele também sentia isso. Caminhei até a porta enquanto Dante permanecia sentado me olhando.
- Preciso ir, não vai me acompanhar?
Ele permaneceu em silêncio, desaprovando minha atitude.
- Está tarde e amanhã acordo cedo. Você precisa descansar também, Dan.
Encostei-me na parede ao lado da porta, acompanhando o silêncio dos passos dele vindo ao meu encontro. Dante me encarava profundamente, deixando-me sem graça e sem saber o que fazer. Não queríamos nos despedir, mas sempre era preciso que alguém fosse embora... continua

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

4/13 impossível acontece


“Toda primeira vez é como o riso de um bebê ao ver a mãe. É sem um antes ou um depois. É um acontecimento literalmente do presente, sem preparação ou palavras ensaiadas, é um momento que você acha que nunca vai existir e quando acontece você fica torcendo para que seja verdade e que se repita muitas outras vezes. Foi assim quando fiquei a primeira vez a sós com Dante, longe de todo aquele tumulto típico de show. Foi em Florianópolis. Era noite e todas as luzes da cidade estavam apagadas, não sei por qual motivo. Fui ao seu encontro. Seríamos apenas iluminados pelas luzes de uma marina que fica perto do hotel onde Dante sempre se hospeda. Um lindo cenário para tudo o que estava por acontecer.

Na noite que precedeu nosso encontro não consegui dormir nada. Do quarto do hotel eu olhava para a rodoviária e imaginava os motivos que levavam as pessoas até lá. Seria por amor? Um sorriso discreto me acompanhou durante a noite inteira enquanto a cidade dormia. Andei pelo quarto utilizando o pouco espaço que tinha para aproveitar cada minuto que eu podia respirar o mesmo ar que Dante. Finalmente estávamos na mesma cidade.

Era como se toda minha essência estivesse lá com ele. Ir até o hotel não poderia demorar tanto, o taxista tentou começar algum assunto, mas não consegui prestar atenção em nada, não por descaso, mas eu simplesmente não conseguia me concentrar em outra coisa que não meu encontro com Dante, eu de fato iria vê-lo. Não me lembro de nenhum outro fato na minha vida que me fez ficar tão nervosa quanto aquele dia. Dentro do elevador que me levava a Dante, tudo se misturava: imagens, sons, medo e felicidade. Eu sabia que era o momento certo, eu o amava mais do que a mim mesma.

Lembro-me que anotei o número do andar em um papel qualquer, mas apenas por segurança. Nunca me esquecerei daquele décimo quarto andar e nem das batidas do meu coração, que aumentavam à medida que o elevador subia. Quarto, quinto, sexto andar... Ainda me recordo do painel indicativo do elevador demonstrando os andares. Minha mão suava muito e eu estava me sentindo mais viva do que nunca. Automaticamente, a porta do elevador se abriu, e foi como se meu coração também aproveitasse a oportunidade e colocasse todo o meu sentimento para meu rosto, meu corpo e meus pensamentos. Sentia um frio congelante, como se eu fosse coberta por uma neve impossível de ocorrer naquela cidade, uma neve que era minha. Ao mesmo tempo, sentia o calor de mil sóis me derretendo de dentro para fora.
A primeira coisa que vi foi o lindo tapete que havia lá, tinha um vermelho vivo. Então, avistei os olhos de Dante, perdi qualquer linha de raciocínio... Malditos olhos cor de mel. A sua beleza tão sensata e curiosa e a simplicidade da voz calma faziam-me esquecer do mundo. Sem graça e sem conseguir parar de mexer no cabelo, eu amei aquele momento todo, bem como todas as consequências dele.

Nossa primeira oportunidade juntos: ele, eu e o corredor inteiro. Queria encostar logo nele para ver se era de verdade. Encostei delicadamente meus dedos no seu braço, aquilo me passava segurança porque percebi que ele, de fato, era real. A nossa imagem ficava refletida no vidro graças à luz fraca e amarelada do abajur que havia ali perto. Toda aquela cena perfeita fazia com que eu não me importasse com o amanhã ou qualquer outro dia. Dante era meu momento, comecei a pensar que éramos, inclusive, a mesma pessoa, de tão envolvida que eu estava. E ali, somente ao lado dele, eu não me importaria com nenhuma arrogância do mundo, porque ele estava comigo.

Não sabia o que falar, o olho dele sorria para o meu e tirava todo o vocabulário que eu havia adquirido ao longo da vida. Minhas mãos suavam de nervosismo, e, de tão próximos que estávamos, eu conseguia ouvir o mascar do seu chiclete. Em alguns momentos eu conseguia sentir o sabor da sua boca. Percebendo meu constrangimento, ele me falou, quase que no ouvido, sobre seu novo CD, família, sonhos e, dessa vez, sem precisar dividir a atenção com outro alguém: estávamos sozinhos dentro de nosso próprio mundo.

Nunca tive tanto medo como naquele momento, sabíamos que iríamos nos beijar. O clima que havia se formado por conta da situação falava mais alto do que o medo dos dois juntos. Os lábios de Dante sorriam para os meus e sua voz cochichava como se me contasse segredos.

 Eu estava perto de completar dezoito anos e o meu maior medo era de beijá-lo. Dante era o meu momento, o melhor deles.
- Preciso ir. – Disse a ele, segundos antes de se tornar a garota mais covarde da face da Terra.
                Dante me abraçou forte e, com a voz silenciosa, falou em meus ouvidos:
- Você sabe o quanto adoro você...

Imediatamente, a boca dele deslizou sobre os meus cabelos, tentando me roubar um beijo. E, como uma garota medrosa, afastei-me, apertando o botão do elevador para descer. Dante se distancia me observando de longe, sem conseguir entender minha atitude. Enquanto eu pedia perdão silenciosamente, vi a expressão de desapontamento se formar em seu rosto. Não que ele quisesse apenas meu beijo, mas aquela minha negação para sua investida era irracional: qual menina negaria um beijo a Dante?... continua?”

Para Sempre 3/13


“As coisas acontecem e a gente simplesmente as assiste sem poder fazer nada para que elas fiquem do nosso agrado. Dante me ensinou que coragem é quando você se atira de uma ponte e, mesmo que haja medo, o importante é que você foi. Eu pulei porque sabia que ele estaria lá para me salvar, saltei nos braços dele há nove anos, sem salva-vidas, sem nada. Apenas para ouvi-lo cantar.

Como pode alguém falar em algo que é para sempre se um dia tudo acaba? Durante muito tempo eu quis acreditar que tudo morre um dia, mas não consigo. Quando todas as pessoas que eu conheço tiverem morrido, inclusive eu, o oceano continuará aqui, mesmo se ele vier a mudar de lugar. Novas gerações irão nascer próximas a esse mar que inspira Dante, crescer, ter filhos e morrer. Tudo seguindo uma sequência infinita. Só que no fundo todos saberão das mesmas histórias, viverão sob as mesmas sombras de um passado feliz. Tudo o que é extremo é lembrado, um amor muito lindo ou muito triste correrá por entre esses nascimentos e mortes fazendo com que, de certa forma, ganhe uma eternidade. A sequência da vida é eterna, bem como tudo o que está relacionado a ela, como o amor.

O que é para sempre é mais forte que qualquer cicatriz, que perde a força quando é decomposta embaixo da terra. Na verdade, aquilo que é eterno parece o cordão de ouro que une o sol e a lua, a gente não tem certeza da existência, mas sabe da importância e aceita que é assim que tem que ser. A beleza está em acreditar no desconhecido, ter fé no que esperamos que seja verdade, ou seja, criar uma verdade só nossa. E tudo o que se leva na vida, concretamente, é a memória. Por isso vale tanto a pena fazer coisas boas, algo que nos faça felizes para que nossa bagagem valha o peso, que tudo seja útil e gracioso.

Só que entender o para sempre não é tão fácil. Eu só passei a entender quando conheci o amor. Sempre tive noção de amor embasada num conhecimento de causa familiar, mas com Dante foi diferente. Pela primeira vez, pude dizer que amava um homem. Apesar de ser jovem demais para dizer isso, e ele também, eu tinha certeza de que éramos o casal perfeito. Dentro dos meus pensamentos adolescentes eu criava casamentos, uma vida de casal tão perfeita que nenhum filme poderia retratar com exatidão. Mas a distância era maior que os quilômetros que nos separavam, tinha também a distância que eu criava entre o ídolo e a fã, e percebi, muito depois, que essa distância não existia. Quando há amor, não há diferenças de tempo, espaço ou direção: tudo é convergente.               

Quando eu o via, sentia o peso da distância. Tinha conhecimento das histórias de amor de verão, mas nunca pensei que seria tão intenso, tão forte a ponto de durar mais que uma estação na minha vida. Era um sentimento tão forte como se as primaveras passassem e eu nem percebesse os invernos entre elas. Eu carregava Dante dentro de mim para qualquer lugar. Era tão bonito, eu sabia disso. A impressão que eu sempre tive é que ele veio à Terra para perturbar as pessoas com sua extrema beleza.

Dante nunca foi como os garotos comuns, desses que a gente olha na fila do mercado, admira a beleza e desvia o olhar. Dante, iria fazer você olhar para trás, mesmo que estivesse em uma vidraça no alto de um prédio, sem medo de cair. Ele hipnotiza. Ele é o tipo de paisagem que provoca paz, tira a fome e a vontade de dormir.

Talvez por conta de tanta beleza eu sempre soube que Dante nunca seria de uma garota só, seria egoísmo. Foi feito para ser admirado, um ídolo que viajaria pelos países distantes para inspirar a vida daquelas donzelas solitárias que não têm mais esperança de um futuro bom. Além da beleza, sua voz faz com que qualquer um fique vidrado no gesticular das palavras que saem da sua linda boca. A música dele tem um brilho secreto, um sentimento de plenitude e felicidade. Você ouve, respira com calma e faz com que sua alma sinta cócegas, é um tipo de alegria que eu nunca vou conseguir descrever com perfeição.

O rosto dele veio para estampar os outdoors do mundo inteiro, uma obra sem um valor estimado, de tão preciosa. Todas as noites as meninas pensarão nele antes de dormir, fantasiando um amor de cinema, aventureiro e eterno. Os pais dessas meninas apaixonadas procurarão médicos, remédios, psicólogos, ervas e feitiços para acabar com um amor que parece só fazer sofrer. Coitados, o amor não foi feito para morrer, muito menos para ser curado. O amor é feito chuva gelada que cai do céu: uns usam guarda-chuva, outros se deixam molhar sem medo dos raios e trovões. Quem vê aquelas pessoas se molhando, deixando com que a água caída dos céus penetre em cada parte do seu corpo, julga como insanidade. Mas para que dar importância ao sentimento pessimista de quem não acredita no amor? Mesmo que seja uma catástrofe ou arrasador, o amor é sentido, vivido, e isso já basta, ele nutre mais que o ar.

Mas o que todo esse discurso sobre amor tem a ver com a minha história? Tudo. Cada palavra. Eu não era só amor, era maior. O mundo inteiro para mim tinha outro nome: Dante. Estrelas, praias, flores, campos, animais, tudo o que me fazia bem era ele e eu o carregava comigo para qualquer lugar que eu fosse, ele me guiava.

De tão forte que era esse meu sentimento, tornei-me sua mais fiel fã. Sempre senti que todo o meu amor ultrapassava qualquer coisa que eu lia nos depoimentos de outras meninas nas revistas que falavam sobre ele. Eu não era atraída apenas pela beleza e pela música, ele dava sentido à minha existência, ele me fazia acreditar que eu podia ser alguém melhor, em oposição a toda maldade do mundo.

Todos na vida encontram um motivo pelo qual viver, seja por um filho ou um pai, e o meu foi Dante. Eu poderia ter sido uma pessoa muito triste se não desse ouvidos ao amor. Mas essa não foi a minha escolha. Eles riram de mim e me falaram que era loucura e, se era, eu provei o contrário!

Vendo as coisas que tenho guardadas sobre Dante, vi um coração com seu nome que dizia no verso: Para sempre. Assim será, eterno, todo o meu amor por Dante coexistirá comigo por Dante coexistirá comigo por toda minha vida, como o elo de ouro que liga o sol e a lua. Dante será para sempre meu sol.”

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Passaria por qualquer ADRENALINA .
Ate conseguir te dar 
UM BEIJO.
Iria atras de 
PALÁCIOS E CASTELOS.
Faria qualquer coisa pra vc sentir a 
QUIMICA DO AMOR que eu sinto por vc.
E se eu realizar-se meu sonho 
AS LEMBRANÇAS VÃO NA MALA do dia que passei com vc.
Mas se eu não conseguir fazer oque 
NÃO ERA PRA SER.
Muitos falam pra mim 
VOCÊ NÃO SABE O QUE É O AMOR mas eu sei sim,como é então que eu te amo?
Eu pegaria 
A BUSSOLA pra me ajudar a te encontrar.
Faria tudo menos ir em um 
FEITICEIRO pra te encontrar
Voce é meu 
SUPER AMOR.
Voce é meu 
SINAIS.MEU MENINO lindo.
Se voce não aparecer eu 
VOU VOAR pra te encontrar.(risos)
E se voce não gostar de min fazer oque 
DESCULPAS é o que me resta falar.
Voce é o 
CHOCOLATE que eu sempre quis.
Eu te amo muito afinal 
AMAR NÃO É PECADO.
O que eu sinto por voce é um 
AMOR DISTANTE.
E quando eu me tocar eu estou 
CONQUITANDO O que era quase IMPOSSIVEL .
E ai vou gritar com a força de um 
METEORO
Luan comenta se ficou ou não chateado com a brincadeira que o comediante Bruno Mazzeo fez com ele no Twitter. Mazzeo chamou Luan de “a versão vesga de Wagner Moura”, o cantor rebateu: “Olha para mim. Sou vesgo? Então não!”.
Sobre as mulheres? O sertanejo conta que está solteiro atualmente e afirma que já ficou com algumas fãs. Quando é questionado sobre como espera estar daqui dez anos, Luan brinca: “Quero continuar tocando e cantando cada vez mais, levando a música sertaneja para a galera. E casado com todas as minhas fãs!”.
SENTE O PODER DA FÃS DO LUAN